{"id":787,"date":"2025-10-07T03:46:56","date_gmt":"2025-10-06T19:46:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.viadomeio.com\/?p=787"},"modified":"2025-10-07T03:48:10","modified_gmt":"2025-10-06T19:48:10","slug":"o-preto-e-o-negro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.viadomeio.com\/index.php\/2025\/10\/07\/o-preto-e-o-negro\/","title":{"rendered":"O Preto e o Negro"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p class=\"p1\">No Ano do Coelho de \u00c1gua, que dominar\u00e1 em 2023 e afectar\u00e1 particularmente nativos deste signo entre 22 de Janeiro de 2023 e 10 de Fevereiro de 2024, estamos sob o dom\u00ednio do Coelho Yin ( <span class=\"s1\">\u9670\/\u9634\u5154<\/span><i>Yint\u00f9<\/i>) do elemento \u00c1gua, cuja cor \u00e9 o preto.<\/p>\n<p class=\"p3\">Come\u00e7ando pelo s\u00edtio certo. H\u00e1 uma liga\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio feminino Yin (<span class=\"s1\">\u9670\/\u9634<\/span> <i>Yin<\/i>), que se sabe ser complementar do princ\u00edpio masculino Yang <span class=\"s1\">\uff08\u967d\/\u9633<\/span> <i>Y\u00e1ng<\/i>), representando o masculino, do ponto de vista caligr\u00e1fico, o lado solar da encosta, e o feminino, a sua parte nebulosa ou sombria. O Yin, enquanto propiciador de uma tabela de categorias, \u00e9 receptivo, pesado, escuro, opaco e lunar, sendo complementar do Yang Criativo, leve, claro, transparente e solar. No Cl\u00e1ssico das Muta\u00e7\u00f5es, se pensarmos em termos de cor, surge ligado ao hexagrama 2 do feminino e receptivo, \u00e0 m\u00e3e Terra (<span class=\"s1\">\u5764 <\/span><i>kun<\/i>), que tem como representante crom\u00e1tico o preto, mas uma vez que este animal se associa tamb\u00e9m \u00e0 \u00c1gua (<span class=\"s1\">\u6c34<\/span> <i>shui<\/i>), carrega consigo as caracter\u00edsticas do abissal e perigoso, que nos s\u00e3o transmitidas no hexagrama 29 (<span class=\"s1\">\u574e\u5366<\/span>Kun Gu\u00e0), numa conjuga\u00e7\u00e3o dos dois trigramas da \u00c1gua, na qual duas linhas Yin receptivas t\u00eam ao centro uma linha Yang criativa ou, numa outra leitura poss\u00edvel, s\u00e3o atravessadas por uma linha Yang, o que implica um mergulho nas profundezas escuras do oceano para nele conseguir captar a luz. Ou ainda, numa leitura antropol\u00f3gica, a linha Yang ser\u00e1 a alma no interior do corpo, indicando o Ju\u00edzo deste hexagrama: \u201cO Abissal repetido. Se fores sincero, alcan\u00e7ar\u00e1s o sucesso com o teu cora\u00e7\u00e3o. E tudo o que fizeres, ser\u00e1 bem-sucedido\u201d\/ <span class=\"s1\">\u7fd2\u574e\uff0c\u6709\u5b5a\uff0c\u7dad\u5fc3\u4ea8\u3002\u884c\u6709\u5c1a\u3002<\/span> (Wilhelm, 1989:115; \u5f35 84: 127).<\/p>\n<p class=\"p3\">Neste hexagrama confronta-se o perigo com o bom exemplo da \u00e1gua, que flui encontrando o melhor caminho sem desafiar os obst\u00e1culos, por envolvimento, penetra\u00e7\u00e3o e dilui\u00e7\u00e3o. Quanto ao Coelho, regente deste ano, de acordo com a astrologia chinesa, \u00e9 um animal sens\u00edvel, pac\u00edfico, familiar, diplom\u00e1tico e, neste ciclo, s\u00e1bio, advindo-lhe esta \u00faltima virtude da liga\u00e7\u00e3o ao elemento \u00c1gua. Ao indagar-se pelas caracter\u00edsticas da \u00c1gua, de acordo com a divis\u00e3o dos cinco elementos, realizada na Medicina Tradicional Chinesa, obtemos que pertence \u00e0 Noite; ao Inverno, enquanto esta\u00e7\u00e3o do ano; ao Frio, como categoria climat\u00e9rica; \u00e0 Saliva, a t\u00edtulo de flu\u00eddo; aos Ossos, para os tecidos;<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>aos Genitais, como orif\u00edcio; aos Rins, na categoria de \u00f3rg\u00e3o; e ao Salgado na qualidade de sabor. \u00c9 da \u00e1gua, portanto, o dom\u00ednio da noite, das profundezas, da escurid\u00e3o, intimamente ligadas, por um lado, ao preto, por outro, ao negro.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>Preto e negro n\u00e3o significam o mesmo, embora apontem para a mesma refer\u00eancia crom\u00e1tica.<\/p>\n<p class=\"p3\">Preto, diz-se em chin\u00eas <i>hei<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1<\/span>hei), op\u00f5e-se \u00e0 cor branca, <i>bai<\/i> ( <span class=\"s1\">\u767d<\/span><i>b\u00e1i<\/i>). Do ponto de vista caligr\u00e1fico, o preto \u00e9 uma chama (<span class=\"s1\">\u708e<\/span> <i>y\u00e1n<\/i>) sob uma janela ou chamin\u00e9, \u00e0 qual vai escurecendo com o seu fumo ou fuligem. O preto \u00e9 ent\u00e3o o tra\u00e7o complementar do fogo, os vest\u00edgios e as marcas da chama nas paredes, a sua sombra. Est\u00e1 intimamente associado \u00e0 exist\u00eancia concreta. Na l\u00edngua chinesa, \u00e9 empregue a t\u00edtulo de oposto do branco em <i>heibai<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u767d<\/span> heib\u00e1i), \u201cpreto e branco\u201d no sentido de contraste, do certo e errado, onde o positivo surge do lado do branco e o negativo do lado do preto, mas tamb\u00e9m para caracterizar as cores concretas, incluindo de pessoas e etnias, sendo os africanos apelidados <i>heiren<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u4eba<\/span>heir\u00e9n), tal como aos americanos e ingleses lhes chamam <i>black people<\/i>.<\/p>\n<p class=\"p3\">O preto \u00e9, ainda, empregue para definir o lado sombrio e marginal da exist\u00eancia, por exemplo, em <i>black market<\/i>, aquele ao qual os portugueses catalogam de \u201cmercado negro\u201d, em chin\u00eas,<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span><i>heishi<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u5e02<\/span>heish\u00ec), sendo tamb\u00e9m pretas as sociedades criminosas, as <i>heishehui<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u793e\u4f1a<\/span>heish\u00e8hu\u00ec), bem como pessoas extremamente ambiciosas, engenhosas e at\u00e9 maliciosas, dessas afirma-se no cal\u00e3o chin\u00eas que possuem \u201ccora\u00e7\u00e3o preto\u201d(<span class=\"s1\">\u9ed1\u5fc3<\/span>) (<span class=\"s1\">\u674e\u3001\u984f<\/span>1998:90). Pelo que tamb\u00e9m as palavras enganosas se dizem \u201cpalavras pretas\u201d ou <i>heihua<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u8a71\/\u8bdd<\/span>), seguindo a mesma l\u00f3gica, h\u00e1 um \u201chumor preto\u201d, ao qual os portugueses chamariam \u201chumor negro\u201d, quer dizer, <i>heise youmo<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u8272\u5e7d\u9ed8<\/span><i>heis\u00e8 youm\u00f2<\/i> ).<\/p>\n<p class=\"p3\">No que se refere ao dia-a-dia da l\u00edngua chinesa, v\u00ea-se ent\u00e3o que o preto est\u00e1 frequentemente associado ao mundo marginal, o das seitas, da economia paralela, das pessoas extremamente \u00e1vidas, que n\u00e3o olham a meios para atingir os fins, desregradas e at\u00e9 das que manifestam as for\u00e7as do mal <i>heishili<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u52bf\u529b<\/span> <i>heish\u00ecl\u00ec<\/i>); mas n\u00e3o se pode esquecer o lado positivo, no qual surge a terra preta, denominada <i>heitu<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u571f<\/span><i>heitu<\/i>) e a noite negra, em chin\u00eas, <i>heiye<\/i> (<span class=\"s1\">\u9ed1\u591c <\/span><i>heiy\u00e8<\/i>).<\/p>\n<p class=\"p3\">Chegou a altura de analisar a distin\u00e7\u00e3o entre o preto e o negro. Este \u00faltimo assume uma dimens\u00e3o filos\u00f3fica que n\u00e3o \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 cor preta, tel\u00farica e basilar. O negro, do ponto de vista elemental, projecta para uma zona misteriosa das profundezas oce\u00e2nicas, ou ainda das alturas celestiais, quando se visualiza uma luminosa noite negra ou, em m\u00e1xima complementaridade, um imenso e misterioso buraco negro.<\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">A p\u00e9rola negra \u00e9 uma das met\u00e1foras preferidas dos taoistas, nomeadamente Zhuangzi (<\/span><span class=\"s3\">\u838a\u5b50\/\u5e84\u5b50<\/span><span class=\"s2\">), o segundo maior fil\u00f3sofo desta linha, que viveu durante o Per\u00edodo dos Reinos Combatentes entre c. 396-286 a.C. Na obra hom\u00f3nima, <\/span><span class=\"s3\">\u300a\u5e84\u5b50\u300b<\/span><span class=\"s2\"> procurou transmitir o n\u00facleo dos seus princ\u00edpios filos\u00f3ficos recorrendo a met\u00e1foras e par\u00e1bolas de grande valor art\u00edstico, da melhor literatura de todos os tempos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>O fil\u00f3sofo emprega no Livro 12 a imagem da P\u00e9rola Perdida para se referir ao Tao (<\/span><span class=\"s1\">\u9053<\/span><span class=\"s2\"> D\u00e0o) , sendo este descrito como uma p\u00e9rola misteriosa, caso se prefira, m\u00e1gica, que tudo pode transformar sem se perceba nem o seu saber, nem como o realiza e muito menos porque raz\u00e3o o faz t\u00e3o espontaneamente, deixando todos surpreendidos, a come\u00e7ar pelo Imperador Amarelo (<\/span><span class=\"s3\">\u9ec4\u5e1d<\/span><span class=\"s2\"> Hu\u00e1ngd\u00ec), o s\u00edmbolo da sabedoria discursiva, clara, luminosa e disciplinada, a complementar, portanto, a mais enaltecida pelos taoistas, a lunar, difusa, aqu\u00e1tica e intuitiva, enfim a verdadeira sabedoria que se encontra a um n\u00edvel numenal e, por isso, escapa por completo ao entendimento humano. Conta Zhuangzi:<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s4\">O Imperador Amarelo quando se dirigia para o Norte das \u00c1guas Vermelhas, subiu \u00e0 Montanha Kunlun e olhou na dire\u00e7\u00e3o Sul. Ao regressar a casa, percebeu que tinha perdido a sua p\u00e9rola negra (<\/span><span class=\"s5\">\u7384\u73e0<\/span><span class=\"s4\"> <i>xu\u00e1nzhu<\/i>). Enviou ent\u00e3o o conhecimento \u00e0 procura dela, mas ele n\u00e3o a conseguiu descobrir; mandou de seguida a vis\u00e3o em seu encal\u00e7o, que n\u00e3o a encontrou; ao que se seguiu o discurso que tamb\u00e9m n\u00e3o a achou. Por fim, encarregou o Nada desta miss\u00e3o, que a encontrou. Ao que o Imperador Amarelo exclamou: \u201cQue estranho! S\u00f3 o Nada descobriu a p\u00e9rola cor-da-noite\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s6\">(<\/span>\u9ec4\u5e1d\u6e38\u4e4e\u8d64\u6c34\u4e4b\u5317\uff0c\u767b\u4e4e\u6606\u4ed1\u4e4b\u4e18\u800c\u5357\u671b\u3002\u8fd8\u5f52\uff0c\u907a\u5176\u7384\u73e0\u3002\u4f7f\u77e5\u7d22\u4e4b\u800c\u4e0d\u5f97\uff0c\u4f7f\u79bb\u6731\u7d22\u4e4b\u800c\u4e0d\u5f97\uff0c\u4f7f\u55ab\u8bdf\u7d22\u4e4b\u800c\u4e0d\u5f97\u4e5f\uff1b\u4e43\u4f7f\u8c61\u7f54\uff0c\u8c61\u7f54\u5f97\u4e4b\u3002\u9ec4\u5e1d\u66f0\uff1a\u201c\u5f02\u54c9\uff01\u8c61\u7f54\u4e43\u53ef\u4ee5\u5f97\u4e4b\u4e4e\uff01&#8221;<span class=\"s6\"> ) <\/span><\/p>\n<p class=\"p8\">Zhuangzi, 1999, XII: 4<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s2\">Concluindo, o preto assume, tanto em chin\u00eas como em portugu\u00eas, um sentido filos\u00f3fico importante quando \u00e9 elevado a negro, desapegando-se assim da realidade imediata, concreta e material. Adquire ent\u00e3o uma forma profunda, misteriosa e m\u00e1gica que o colocam em liga\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea e directa com o mundo numenal. Liberta-se de toda a carga fenomenal de que \u00e9 investido no mundo que nos rodeia, tamb\u00e9m conhecido em algumas filosofias como mundo das ilus\u00f5es e da apar\u00eancia. H\u00e1 portanto para o preto duas dimens\u00f5es distintas, uma em que \u00e9 uma cor vulgar ao mesmo n\u00edvel das outras, partilhando das acep\u00e7\u00f5es positivas e negativas que lhe s\u00e3o atribu\u00eddas no mundo chin\u00eas, e n\u00e3o s\u00f3; outra misteriosa, abissal em que tudo pode, como representante duma dimens\u00e3o transcendente, na qual \u00e9 portador das energias primordiais, sendo uma esp\u00e9cie de \u201ccintur\u00e3o negro\u201d marcial, uma prodigiosa manifesta\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica na vida, que se eleva aos c\u00e9us ou mergulha nas profundezas misteriosas, para resolver dificuldades e transpor os obst\u00e1culos de um modo aparentemente f\u00e1cil, munido da simplicidade modelar que lhe adv\u00e9m da sua liga\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio Yin e \u00e0 sabedoria da \u00c1gua. <\/span><span class=\"s7\">\u2022<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"p9\"><b>___<\/b><\/p>\n<p class=\"p9\"><b>Bibliografia<\/b><b><\/b><\/p>\n<ul>\n<li class=\"p9\">Alves, Ana Cristina. 2005. <i>Sabedoria Chinesa<\/i>. Cruz Quebrada: Casa das Letras\/ Editorial Not\u00edcias.<\/li>\n<li class=\"p9\">Jorge, Cec\u00edlia, Beltr\u00e3o Coelho. 1988. <i>Medicina Chinesa. Em Busca do Equil\u00edbrio Perdido<\/i>. Macau: Instituto Cultural de Macau\/ Ciclo dos Leitores.<\/li>\n<li class=\"p9\">Li Shujuan, Yan Ligang . Ed. (<span class=\"s8\">\u674e\u6dd1\u5a1f, \u989c\u529b\u92fc<\/span>). 1998. <i>Chinese-English Dictionary of Modern Slang of China<\/i>. <span class=\"s8\">\u300a\u6f22\u82f1\u4e2d\u570b\u65b0\u4fda\u8a9e\u300b. \u9999\u6e2f:\u6d77\u5cf0\u51fa\u7248\u793e.<\/span><\/li>\n<li class=\"p9\">Merton, Thomas. 1999. <i>A Via de Chuang Tzu<\/i>. Petr\u00f3polis: Editora Vozes.<\/li>\n<li class=\"p9\">Shi Zhengyu. 1997. <i>Picture Within a Picture. An Illustrated Guide to the Origens of Chinese Characters<\/i>. Beijing: New World Press<\/li>\n<li class=\"p9\">Wilhelm, Richard. 1989. <i>I Ching or Book of Changes<\/i>, vers\u00e3o inglesa de Cary F. Baynes, Pref\u00e1cio de C.G Jung, 4\u00aa ed. London: Arkana Penguin Books.<\/li>\n<li class=\"p10\">\u5f35\u4e2d<span class=\"s9\">\u9438<\/span>(\u7de8)\u300a\u6613\u7ecf\u63d0\u8981\u767d\u8a71\u89e3\u300b\u53f0\u5357\u5e02:\u5927\u5b5a\uff0c\u6c11<span class=\"s9\">84.<\/span><\/li>\n<li class=\"p9\">Zhuangzi (<span class=\"s8\">\u300a\u5e84\u5b50\u300b<\/span>). 1999. Vol. I e II Tradu\u00e7\u00e3o para Ingl\u00eas de Wang Rongpei (<span class=\"s8\">\u6c6a\u6995\u57f9<\/span>) e para Chin\u00eas moderno de Qin Xuqing e Sun Yongchang. (\u79e6<span class=\"s8\">\u65ed\u537f\u3001\u5b59\u96cd\u957f<\/span>) .Hunan, Beijing: Hunan People\u2019s Publishing House, Foreign Language Press .<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] No Ano do Coelho de \u00c1gua, que dominar\u00e1 em 2023 e afectar\u00e1 particularmente nativos deste signo entre 22 de Janeiro de 2023 e 10 de Fevereiro de 2024, estamos sob o dom\u00ednio do Coelho Yin ( \u9670\/\u9634\u5154Yint\u00f9) do elemento \u00c1gua, cuja cor \u00e9 o preto. Come\u00e7ando pelo s\u00edtio certo. 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